Não, este blog não acabou. Eu é que tenho sido bem desleixado com ele. Quando tenho tempo livre, procuro fazer outras coisas. E tenho a péssima mania de começar textos e deixá-los inacabados, considerando-os bobos e incompletos.
Que besteira! Isso é só um blog… mas aí já era. Espero voltar em breve.
Enquanto isso, leiam o blog de Janaína Leite. Arrastão.
Às vezes até dá pra dizer que o mundo é um pouquinho justo (ok, bem pouquinho, e os meus exemplos são banais e frívolos). Veja bem: Alonso e Hamilton perderam o título da Fórmula 1 este ano; o São Paulo ganhou o Brasileirão; o Corinthians foi rebaixado (muito merecidamente); Chávez tomou um cala-boca (dois, aliás, um do rei da Espanha e outro no referendo).
Dois trechos engraçados da entrevista com Matt Groening, o criador dos Simpsons, na Playboy deste mês:
A Fox News me dá dor de cabeça, não tanto pelo conteúdo político, mas pelos logos e bandeiras norte-americanos girando para todos os lados, e aquela música criada para te fazer borrar as calças. Quem precisa disso? Nós gozamos a Fox News. A melhor tirada foi uma faixa com um gerador de caracteres passando na base da tela. Dizia coisas como “Rupert Murdoch: um bailarino incrível”, “Brad Pitt + Albert Einsten = Dick Cheney”, “Estudo: 92% dos democratas são gays”, “A Bíblia diz que Jesus era a favor dos ganhos de capital”.
(…)
Adoramos quando as pessoas tentam nos pegar. Os Estados Unidos estão cheio de gente que agora fingir que está ofendida. É sempre passageiro. Nós respondemos à altura. É a velha guerra do Patolino contra o Hortelino. Se alguém quer agir como Hortelino, você tem que reagir como Patolino: com uma marreta gigante.
A única coisa que posso falar sobre a morte do Bussunda é: que decepção em saber que aquilo não era uma farsa muito bem montada pelo grupo. Lembrei na hora deles terem feito isso em 2003, reagindo à uma notícia criada pelo Cocadaboa.com, que dizia que a Globo estava encobrindo a morte do Bussunda. Agora morreu de verdade. Uma pena.
(Em junho de 2006)